domingo, 13 de junho de 2021

Viagem 31 Maio - 4 Junho

 Em Março decidi por em prática algo que andava a magicar há algum tempo. Decidi percorrer algumas das mais icónicas estradas nacionais:

  • N112
  • N230
  • N238
  • N339
  • N222
  • N2 

Para tal, defini que o faria em 4 dias, com um 5º dia reservado para o regresso. A rota foi a seguinte:

 

 
 

1 º dia (31 de Maio) - Alhandra - Castelo Branco -  Covilhã. (N112, N238, N339)

2º dia (1 de Junho) - Covilhã - Chaves (N230, N222)

3º dia (2 de Junho) - Chaves - Sertã (N2)

4º dia (3 de Junho) -  Sertã - Faro (N2)

5º dia (4 de Junho) - Faro - Lisboa

 Detalhes de cada um dos dias serão dados em posts posteriores. 

sexta-feira, 11 de junho de 2021

ER6-F

À minha primeira mota, a Kawasaki ER6-F, adicionei mais 30000 e tal kms aos outros 30000kms que já tinha.

Foi uma excelente mota, adquirida a um bom preço, mas que teve alguns problemas. O anterior dono fez algumas alterações que tiveram um impacto negativo: mandou instalar um radiador adaptado de uma r6 com duas ventoinhas, mas que sofria de problemas de estanqueidade. Decidi usar um aditivo sela furos de radiador que não resolveu os problemas, e apenas os piorou.

Decidi mandar vir um radiador que estivesse de acordo com as especificações originais a partir da China. Instalei o radiador, mas não limpei as mangueiras que retinham restos do tal aditivo. Isto levou a problemas de aquecimento e aumento de pressão, o que levou ao aparecimento de fugas em alguns sítios. Enfim, pior a emenda que o soneto. Além desse problema, tive problemas com o alternador e com a junta da cabeça.

Em termos de performance, não tive queixas. Considero uma excelente mota para um principiante, fácil de conduzir, e com uma prestação bastante interessante. O motor bicilindrico, ao relantim, parecia um motor de tirar água, mas em rotações mais altas tinha um grito muito interessante.

Por fim, acabei por adquirir uma z900 e desfiz-me da minha primeira mota.

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Declaração de objectivos

O objectivo deste blogue é servir de memória futura sobre viagens, sensações, considerações, ilusões e desilusões sobre duas rodas.

Tirei a carta de mota em 2016, principalmente por razões profissionais, para que pudesse melhor equilibrar a vida pessoal com a vida profissional, poupando tempo no commuting. Antes desse ponto, nunca tinha ligado muito a motas. Acho que nem sequer tinha conduzido uma.

Decidi tirar a carta, sendo que podia ter adquirido uma 125, mas nunca gostei do aspecto das scooters. Poderia ter adquirido uma 125 em formato "mota", mas decidi fazer all in: se era para ter uma mota, que fosse uma mota a sério.

E assim foi. Em junho de 2016 tirei a carta e em julho já tinha comprado a minha primeira mota: uma Kawasaki er6-f, de 2010, com cerca de 32000km. 

E nunca mais olhei para trás. Descobri uma paixão que não sabia que tinha. 

A continuar...



Um marco

Marca dos 50.000 kms ultrapassada, numa mota que tenho desde os 0 kms. Sem problemas de maior. Apenas gasolina e revisões periódicas.  Pode ...